terça-feira, 5 de outubro de 2010

Rejeita-me.

Sim, tenho cara de pau para te dar mil indiretas mais que diretas, com certeza isso vcê já percebeu. Tenho a despreza de falar sobre o que sinto com mais de mil pessoas, menos com você, sim eu tenho. E quando tomo a coragem de ir até você e falar tudo que sinto e penso sobre nós, dou um passo à frente, paro e reflito. "Acho melhor não, que se dane!" são as frases que correm imediatamente no meu pensamento. Mas por que faço isso se sinto falta do velhos tempos? Por que recuso a admitir que sim estou com ciúmes de vocês e sim não aceito que você não me aceite do jeito que sou agora?

O meu orgulho, a minha auto-estima fala mas alto, grita um belo "f*da-se" pra você e pra eles que criticam a minha vida como se fosse algo que fosse da conta deles. Porque vocês não podem aceitar o fato que eu mudei, acrescentei várias qualidades e apenas um defeito? Não, vocês não conseguem aceitar; pois bem, vamos então nos entregar a rejeição eterna, aprenderei a conviver com o seu desprezo e indiferença. Eu supero essa.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

1,2,3

Conto quatro segundos e você some, desaparece.
[Porque tanta fugacidade?
Fique mais uns segundos, apoia a cabeça no meu colo e feche os olhos.
[Fique mais um pouco.
Não vá, não se perca, não enlouqueça, vem e volta pra mim;
[Se torna fixo a alguem.
Ele não quer te deixar ir? Pois bem,



venham os dois então.

domingo, 3 de outubro de 2010

Não chore agora,

Não chore, por favor. Não gaste toda essa água salgada do teu rosto, deixando-a escorrer pelo seus olhos. Não chore. Sua decepção é evidentemente fingida, seu coração partido é falso; você sabe, e eu sei, não liga para mim.

Foram só ilusões, foi uma tentativa de amizade, foi um diversão temporanea. Se tivesse sido verdadeiro, voce não teria ido; e eu estaria sentindo a sua falta. Confesso que achei tudo mundo real quando vivi, mas agora vejo que tudo não passava de um teatro.

Por isso, não chore agora, pois não adianta derramar suas lágrimas de crocodilo, depois do final da peça em que os protagonistas não tem um final feliz porque nem ao menos tiveram um começo.