Seu estomago gritava, em pratos, o que desjava. Os olhos pareciam os de uma águia: olhava fixo para seu alvo, procurando-o, cercando-o. Suas mãos inquietas, suavam frio de tanto desespero. Mas ela não podia, é, não podia. Sua boca começava a se derreter intesamente, cada vez mais aumentando o lago que ali se formara. Derrepente, ele chegou. Chegou todo embrulhado, todo arrumadinho. Ela apenas o olhou prufundamente e suspirou: queria o lugar vazio para devora-lo.
Quando, finalmente, todos sairam, ela se aproximou, tímida, encabulada. Mas ele olhou pra ela, ela olhou pra ele e, como um amor inocente à primeira vista, ela se apaixonou mais ainda. Num golpe deseperado e apressado, ela o agarrou, tirou suas vestes e mordeu um pedaço. Deixou este se derreter em sua boca por longos minutos. Mais deleitoso que sexo, a chocolátra permaneceu bons minutos a ter seus orgasmos de cacau.
Mas, quando deu por si, só restava apenas mais um pedaço. Um único e delicioso pedaço negro de mal caminho. Ela o fitou amargamente com lágrimas em seus gulosos olhos e comeu, teve seu ultimo momento de prazer e...acabou. Tudo tinha acabado tão rapidamente, ela ficou ofegante, deseperada.
Seu estomago gritava novamente, em pratos, o que desjava. Os olhos pareciam os de uma águia não satisfeita com a primeira presa: procuranva outra, ainda mais apetitosa. Suas mãos inquietas, suavam frio de tanto desespero. Mas novamente, ele chegou.
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