Criança interna, dependência externa. Mimada ao extremo, agora quero asas, não consigo (?), mas vale a pena tentar.
Sair das fraldas, achar o meu lugar no mundo, sozinha.
Será que ao menos um segundo não vou depender total e exclusivamente de minha genitora?
Voltei ao tempo do berço, mas estou brigando com quem me deu a luz, pela minha liberdade, desapego ao aconchego materno (tentação branda que me seduz árduamente).
Difícil escolha: se acomodar no ninho materno e virar um zero à esquerda na vida ou enfrentar as durezas da vida e conseguir a tão desejada liberdade? Difícil escolher, mas escolho o caminho mais trabalhoso.
Posso eu crescer e ser adulta, resolver problemas sozinha, enfrentar o mundo sem minha mãe? Ainda não sei, a dúvida fica, a criança, não.
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