sábado, 21 de agosto de 2010

Blame It On The Alcohol

Com o recipiente de vidro em minha mão, ludibriada
Meio sem rumo, não consigo achar o caminho
As notas elétricas soando alto, excitada
Quase caindo no chão, com a censura fugindo

Uma rainha pintada a mão, horas ao espelho
Em menos de minutos vai a loucura de etílico
Entrando em lúxuria, copos e dessespero
Não desce do salto, mas perde a noção do ridículo

Alucianada danço, em meio as rudes alcoolizados
Me agarram como se fosse apoio para não cair no chão
Não me culpe se este pecado nos faz embriagados
Afinal, é um doce veneno que nos faz voltar a vibe da curtição

Não resisto, é doce, é amargo, é deleitoso
Me faz ficar social, destemida corajosa
Quando coloco no copo, maldito líquido delicioso
Me faz ver tudo meio borrado, mas ao mesmo tempo, meio cor-de-rosa.

Pode me condenar por ser tão nova e me render ao vício.
Apenas de vez em quando, para esquecer os problemas
Mas viciada não sou, apenas aproveito os indícios


A maldito CH3 CH2OH que entra nas minhas veias e me faz perder os pricípios.

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